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SINCOR-RS DISPONIBILIZA CONVÊNIO COM EMPRESA ESPECIALIZADA EM VISTORIAS CAUTELARES

Todos os corretores associados ao Sincor-RS passam a contar com mais um benefício: podem oferecer aos seus clientes um serviço inédito de vistoria completa no automóvel usado que pretendem adquirir, com pesquisa de toda a vida pregressa do veículo (se já teve sinistro, se é oriundo de leilão, se há alguma restrição, etc). Isso proporciona mais segurança na aquisição de um veículo usado.

Para mais detalhes, entre em contato com o fone (51) 3094-2960, e-mailportoalegre@plenavisao.com ou site www.plenavisao.com
Diretoria de Benefícios e Convênios Sincor-RS.

VOCÊ JÁ USA O SELO QUE COMEMORA MEIO SÉCULO DA LEI 4594/64?

Após anos de muita luta, nossa categoria conseguiu a promulgação da Lei que regulamenta a profissão de corretor de seguros. Foi no dia 29 de dezembro de 1964, há 50 anos.

Para marcar esta data tão importante para os corretores de seguros, o
Sincor-RS convida você a exibir com orgulho a lembrança daquela grande conquista.
Nosso Sindicato oferece aos colegas um selo e um rodapé comemorativos que devem ser usados nas correspondências e e-mails como forma de mostrar o orgulho de nossa profissão.

Se você ainda não usa, saiba que estão à disposição para baixar aqui.

NOTA DE FALECIMENTO

O Sincor-RS comunica o falecimento de Ivo Borger sócio da Corretora de Seguros AGB localizada na cidade de Uruguaiana,ocorrido no dia 6 de setembro.

NÃO É PRECISO MAIS CERTIDÃO NEGATIVA PARA DAR BAIXA OU MUDANÇAS CONTRATUAIS DE EMPRESAS NAS JUNTAS COMERCIAIS

A partir de hoje, as empresas estão dispensadas de apresentar nas juntas comerciais certidões negativas de débitos tributários, previdenciários e trabalhistas. Com isso, elas passam a pedir a baixa de seus registros e inscrições imediatamente após o encerramento das suas operações. Caso sejam identificados débitos tributários nas empresas encerradas, os sócios serão responsabilizados como já previsto na regra atual.

A nova norma é baseada na Lei 147/2014, e tem como objetivo simplificar o registro nas Juntas Comerciais de todo o Brasil.

Além da baixa, as certidões não serão mais obrigatórias nas operações de extinção, redução de capital, cisão total ou parcial, incorporação, fusão transformação, transferência do controle de cotas e desmembramento. Antes da nova Lei, a dispensa de certidões para a baixa de empresas somente era garantida após o prazo de um ano de inatividade.

Clique aqui e leia as duas instruções normativas:
http://www.smpe.gov.br/noticias/cai-a-exigencia-das-certidoes-negativas-nas-juntas-comerciais/instrucoesnormativasdrei25-26.pdf

NOVO CADASTRO REÚNE AS MAIORES CORRETORAS DO BRASIL

O economista Francisco Galiza tomou a iniciativa de listar as principais corretoras do mercado segurador e, em parceria com a Revista Cobertura, criou o Cadastro das Principais Corretoras de Seguros do Brasil. No site da Revista Cobertura já estão disponíveis os principais dados sobre essas empresas, como sua história e estruturas comercial e tecnológica.

As corretoras com faturamento de prêmios de seguros a partir de R$ 15 milhões por ano podem enviar sua descrição para fazer parte do cadastro. O acesso e a inscrição na lista são gratuitos. Segundo estimativas de Galiza, existem aproximadamente 500 empresas com esse perfil no Brasil.

Este levantamento, além de facilitar a pesquisa por corretoras, ainda pode ser fonte de estudos sobre o mercado segurador. Para participar do cadastro, a corretora deve enviar os dados para cpcsb@skweb.com.br ou galiza@ratingdeseguros.com.br

Fonte: Revista Cobertura

Escola Nacional de Seguros anuncia novo diretor

A Escola Nacional de Seguros contratou um novo executivo para sua diretoria. Trata-se do Prof. Mario Pinto, que chega para assumir a Diretoria de Ensino Superior, ficando responsável pelos cursos de graduação, pós-graduação e extensão.

Mestre e doutor em Administração pela PUC-Rio, o Prof. Mario Pinto trabalhou na IBM Brasil na área de Ensino, Pesquisa e Saúde, foi diretor acadêmico da ESPM-Rio, professor e pesquisador do Quadro Principal da PUC-Rio e coordenador acadêmico da graduação em Administração de Empresas daquela universidade. Recentemente, foi professor de mestrado da EBAPE/FGV e diretor nacional dos cursos de pós-graduação lato sensu da mesma instituição:

– Chego à Escola muito motivado e com o propósito inicial de dar continuidade ao excelente trabalho que vinha sendo desenvolvido. Aos poucos, irei contribuir com meus conhecimentos e experiência para ampliar a oferta de programas educacionais sobre Seguros e temas afins na área de ensino superior, na qual a Escola atua desde 2005 e já alcança elevados patamares de excelência, conforme atestado por recentes avaliações do MEC – declarou o novo diretor.

CENTRO DE PESQUISA E ECONOMIA DO SEGURO

Na semana passada, a Escola anunciou a criação do Centro de Pesquisa e Economia do Seguro (CPES), que ficou a cargo do Prof. Claudio Contador. Com isso, busca dar maior foco às áreas de Pesquisa, Publicações e Administração de Dados Mercadológicos, inclusive com o estreitamento do relacionamento com os parceiros internacionais com os quais já mantém acordos de cooperação técnica.
Com a decisão de separar as áreas de Ensino Superior e de Pesquisa, a proposta é

ampliar e otimizar a atuação em cada uma delas e, como consequência, entregar soluções mais segmentadas, contribuindo de maneira ainda mais efetiva para a qualificação dos profissionais do setor.

Fonte: Escola Nacional de Seguros

ÚLTIMOS DIAS PARA INSCRIÇÃO EM PRÊMIO DE INOVAÇÃO EM SEGUROS

As inscrições para a 4ª edição do Prêmio Antonio Carlos de Almeida Braga de Inovação em Seguros acabam no dia 30 de setembro.

A premiação reconhece o trabalho dos corretores de seguros e securitários que contribuem para a inovação no mercado.

O Prêmio é dividido em três categorias: Produtos e Serviços, Processos e Comunicação. Os colaboradores de instituições e empresas de seguros, previdência privada, saúde suplementar, capitalização, resseguros, corretoras e corretores de seguros e resseguros autônomos podem inscrever seus projetos.

O presidente da Confederação, Marco Antônio Rossi, em entrevista para o Portal CNseg, explica quais foram as evoluções percebidas no setor ao longo dessas edições. “A cada nova edição, recebemos mais projetos inscritos. Esse crescimento reflete um engajamento cada vez maior do setor com questões relacionadas ao aprimoramento da relação com os seus públicos, especialmente o consumidor final.

Temos percebido como a inovação vem pautando essa indústria que engloba seguradoras, resseguradoras e Corretores de Seguros, ligando novas ideias à adoção de boas práticas que levam ao desenvolvimento sustentável do setor.”

Ele ressalta que há critérios diferentes para avaliar os projetos das três categorias. “Nesse ano, estabelecemos quatro critérios com diferentes pesos para que a Comissão Julgadora possa avaliar os trabalhos inscritos: inovação, relevância para o negócio, aspectos de implementação e conjunto do trabalho, sendo a inovação o de maior peso.”

É por causa das inovações apresentadas nas outras edições que a expectativa para esse ano é grande. “Muitos dos projetos vencedores ajudaram a disseminar ideias para minimizar o impacto ambiental em serviços, produtos e processos, além da preocupação com a integração dos meios sociais que a indústria de seguros alcança. Esperamos triplicar o número de projetos recebidos em comparação ao ano passado”, finaliza Rossi.

Fonte: CNSeg

SEGURADO DE BOA-FÉ QUE FEZ ACORDO COM TERCEIRO SEM ANUÊNCIA DA SEGURADORA TEM DIREITO A REEMBOLSO

No seguro de responsabilidade civil de veículos, se não há demonstração de má-fé, o segurado mantém o direito de ser reembolsado pela seguradora com o valor que despender para indenizar terceiro, caso não haja prejuízo para a seguradora com a transação firmada sem a sua anuência.

O entendimento foi dado pela Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) no julgamento de recurso especial da Allianz Seguros contra acórdão do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS).

No caso, o veículo de uma empresa de mineração e terraplanagem envolveu-se em acidente com uma motocicleta, causando graves sequelas físicas ao motociclista. A empresa de mineração havia firmado contrato de seguro para o veículo, vigente à época dos fatos.

Após recusar R$ 13 mil oferecidos pela seguradora, o motociclista ajuizou ação de indenização contra a empresa de mineração, pedindo mais de R$ 1,5 milhão por danos morais, patrimoniais e estéticos.

ACORDO

No curso da ação, foi homologada transação em que a mineradora se comprometeu a pagar pouco mais de R$ 62 mil ao motociclista. Ao pedir o reembolso do valor à seguradora, esta se negou a pagar, alegando não ter aprovado o acordo judicial.
A empresa de mineração entrou com ação para receber da seguradora o valor pago ao motociclista a título de indenização. A sentença condenou a seguradora a pagar R$ 57 mil. Seguradora e empresa apelaram ao TJRS, que reduziu o montante indenizatório.

No STJ, a seguradora alegou que, embora no seguro de responsabilidade civil o segurador arque com o pagamento de perdas e danos ao terceiro prejudicado, é vedado ao segurado, sem prévia e expressa anuência, reconhecer sua responsabilidade, transigir ou indenizar diretamente o lesado, sob pena de perda da garantia.

PARECER

O relator do recurso, ministro Villas Bôas Cueva, afirmou que o segurado, nesse tipo de seguro, não pode, em princípio, “reconhecer sua responsabilidade, transigir ou confessar judicial ou extrajudicialmente sua culpa em favor do lesado, a menos que haja prévio e expresso consentimento do ente segurador, pois caso contrário perderá o direito à garantia securitária, ficando pessoalmente obrigado perante o terceiro, sem direito de reembolso do que despender”.

BOA-FÉ

De acordo com o ministro, a finalidade da norma é “impedir que o segurado retire o direito da seguradora de analisar tecnicamente os fatos e de fazer a regulação do sinistro, haja vista que será dela o dispêndio econômico e que poderá, inclusive, obter condições mais vantajosas de pagamento”.

Mas o ministro afirmou que a proibição do reconhecimento da responsabilidade pelo segurado perante terceiro deve ser analisada segundo a cláusula geral da boa-fé objetiva.

O relator explicou que a proibição existe para coibir posturas de má-fé, ou seja, aquelas que lesionem interesse da seguradora, como “provocar a própria revelia ou da seguradora, assumir indevidamente a responsabilidade pela prática de atos que sabe não ter cometido, faltar com a verdade com o objetivo de prejudicar a seguradora, entre outras que venham a afetar os deveres de colaboração e lealdade recíprocos”.

O ministro afirmou que a melhor interpretação do parágrafo 2º do artigo 787 do Código Civil é que a confissão ou a transação não retiram do segurado de boa-fé e que tenha agido com probidade o direito à indenização e ao reembolso, sendo os atos “apenas ineficazes perante a seguradora”.

FINALIZAÇÃO

Desse modo, a perda da garantia securitária só se dará nas situações de prejuízo efetivo ao ente segurador, “como em caso de fraude ou de ressarcimento de valor exagerado ou indevido, resultantes de má-fé do próprio segurado”, afirmou Villas Bôas Cueva.

Com essa argumentação, a Turma definiu que quando “não há demonstração de que a transação feita pelo segurado e pela vítima do acidente de trânsito foi abusiva, infundada ou desnecessária, mas, ao contrário, sendo evidente que o sinistro de fato aconteceu e o acordo realizado foi em termos favoráveis tanto ao segurado quanto à seguradora, não há razão para erigir a regra do artigo 787, parágrafo 2º, do CC em direito absoluto a afastar o ressarcimento do segurado”.

Fonte: STJ

LEITURA INDICADA: O PREÇO DO TRABALHO

Não raro temos, em nossas vidas, a possibilidade de escolher entre um caminho com mais trabalho (e mais dinheiro) e outro com menos. Essa é uma escolha que pode ser feita com maior ou menor grau de consciência. Por vezes, acabamos acumulando atribuições de forma gradual, e não refletimos sobre esse processo de aumento da carga de responsabilidade sobre nossos ombros. É um desafio saber avaliar o estado atual de nossas vidas e saber dizer não a novos projetos e funções.

Um exercício racional que pode ajudar é pensar percentualmente sobre o espaço que o trabalho ocupa em nossas vidas. Quanto de sua energia vital, de sua força e de seu tempo são despendidos hoje no trabalho? 50%, 70%? Mas, atenção: não vale simplesmente dividir o número de horas trabalhadas pelo número de horas do dia!

Temos de considerar, também, aqueles momentos em que não estamos exatamente trabalhando mas pensando em algo relacionado ao trabalho. E aqueles em que deixamos de nos dedicar verdadeiramente a uma atividade de lazer, por exemplo, porque não conseguimos nos desligar. Sono e alimentação não entram na conta!
São necessidades básicas que estarão em nossas vidas de qualquer maneira.

A partir dessa simples racionalização, é possível entender se ainda há espaço disponível para o trabalho. E, assim, tomar decisões um pouco mais conscientes sobre assumir novas responsabilidades, ou não. É preciso atribuir um preço ao desequilíbrio gerado pelo excesso de trabalho. Quando já temos 80% de nossa energia dedicada ao trabalho, aumentar 5% pode custar muito caro.

Quanto vale o equilíbrio, afinal? Até que ponto estamos dispostos a ceder e deixar de viver em harmonia?

Fonte: Zero Hora, 12/9/2014
Texto de Igor Olivera

STJ CONFIRMA QUE PARA RECEBER SEGURO DPVAT É NECESSÁRIO PRIMEIRO RECORRER A UM PONTO DE ATENDIMENTO

O Superior Tribunal de Justiça reafirmou em sentença que a forma adequada para solicitar indenização do Seguro DPVAT é pela via administrativa junto às Seguradoras. O Superior Tribunal de Justiça confirmou que julga inadequada a propositura de ações contra as Seguradoras que operam o Seguro DPVAT sem que o pedido seja feito primeiro em um ponto de atendimento. O entendimento adotado pelo Ministro Sidnei Beneti tem como objetivo não sobrecarregar o sistema judiciário com questões cuja solução sequer tenha sido tentada por diálogo prévio das partes envolvidas.

A Seguradora Líder – DPVAT, responsável pela gestão do Seguro DPVAT em todo o país, respeita e apoia firmemente esse entendimento do Poder Judiciário, uma vez que traz vantagens à toda a população, principalmente ao beneficiário do Seguro DPVAT. “Estudo da Seguradora mostra que o período de um processo judicial sobre o Seguro DPVAT leva, em média, dois anos. Quando a vítima ou beneficiário entra com o pedido administrativamente, o prazo de pagamento, garantido em lei, é de trinta dias, após entrega de documentação necessária”, explica Marcelo Davoli, Diretor Jurídico da Seguradora Líder-DPVAT.

CUSTOS DESNECESSÁRIOS

Davoli lembra, também, que estes processos trazem custos desnecessários para a operação do Seguro e para o cidadão. “A Seguradora tem que arcar com custos do processo e de honorários advocatícios, ainda que o ganhe. Para o cidadão, geralmente, o advogado que faz a defesa fica com um percentual significativo do valor que será pago”, complementa o executivo. A solicitação feita diretamente em um dos 7.740 pontos de atendimento é gratuita e dispensa a contratação de intermediários.

O Consórcio de Operação do Seguro DPVAT, gerido pela Seguradora Líder-DPVAT, conta com uma grande rede de Seguradoras e parceiros, que garantem a capilaridade do atendimento ao cidadão em todos os municípios do país. Em junho de 2013, um acordo com os Correios fez com que as agências próprias também oferecessem este serviço, igualmente gratuito.

FÁCIL DE SOLICITAR

O Seguro DPVAT pode ser solicitado em até três anos após a data do acidente e oferece três coberturas: morte (R$ 13.500), invalidez permanente (até R$ 13.500) e reembolso de despesas médicas (até R$ 2.700).

Solicitar o Seguro DPVAT é fácil e rápido e não requer o auxílio de intermediários. Para saber o ponto de atendimento mais próximo e a documentação necessária, ligue gratuitamente para o SAC no 0800 51 2394. O Sincor-RS está à disposição para atender gratuitamente à comunidade.

TALK SHOW COM GABRIEL PORTELLA É SUCESSO

A 2° edição do “Lideranças que Inspiram” consagrou um novo modelo de comunicação proposto pelo site “Seguro Gaúcho” para o Mercado de Seguros no sul do país.

Mais de 100 Corretores e profissionais do Seguro do Mercado Gaúcho, marcaram presença nesta terça-feira (9/9) no auditório do Premium Grande Hotel , em Porto Alegre. O evento, que tem como objetivo integrar o Mercado, promovendo encontros com ícones do Mercado nacional, cumpriu seu papel, trazendo Gabriel Portella, presidente da SulAmérica, com sua história.

CORRETORES VALORIZADOS

Gabriel Portella, ressaltou a importância dos profissionais de corretagem do Rio Grande do Sul e o prazer em compartilhar um pouco da sua história profissional:

– Eu estou muito orgulhoso com o convite do Seguro Gaúcho para participar do Lideranças que Inspiram. Porto Alegre é uma praça importantíssima porque nós temos um relacionamento maravilhoso com os Corretores de Seguros que são a razão da nossa empresa. Então eu estou muito feliz e em poder transmitir para a comunidade de Seguro Gaúcho um pouco da minha trajetória profissional -, destacou.

DIA ESPECIAL

No evento, foi notável a atenção dos profissionais a cada história contada por Portella. Ele emocionava a plateia com cada trecho da sua experiência de vida. O presidente do Sincor-RS , Ricardo Pansera, falou sobre as oportunidades que o Seguro Gaúcho proporciona a categoria:

– Hoje é mais um dia especial para todos os profissionais de Seguros do nosso estado, pois tivemos o segundo evento de sucesso promovido pelo site Seguro Gaúcho, que esta há pouco tempo entre nós, mas esta trazendo grandes oportunidades, a exemplo destes encontros com líderes do Mercado que vêm contar a sua história -, ressaltou Pansera.

MODELO INSPIRADOR

De acordo com o diretor executivo do site Seguro Gaúcho, o Talk Show foi muito inspirador. Portella é um típico profissional de carreira, inicou sua carreira como auxiliar de escritório e hoje é o Presidente da SulAmérica:

– Hoje, já é o segundo painel onde tivemos um exemplo de vida, um exemplo de empreendedor, um exemplo de sucesso de uma pessoa que esta há 40 anos no mercado e se fez desde os primeiros passos até chegar a presidência – destacou Doria.

Fonte: Marilia Gabriela CQCS

ENCONTRO FEMININO EM SANTA CATARINA

USE O SELO DOS 50 ANOS DA LEI 4594/64

Cada vez mais colegas estão usando o selo comemorativo aos 50 anos da promulgação da lei 4594/64, que regulamenta a profissão de corretor de seguros.

Nosso Sindicato oferece a toda a categoria um selo e um rodapé comemorativos que devem ser usados nas correspondências, como forma de mostrar o orgulho de nossa profissão.

Ambos estão à disposição para baixar aqui.

PROPOSTA ALTERA REGRAS PARA CONTRIBUIÇÃO DE PATRÕES EM SEGURO DE VIDA

A Câmara dos Deputados analisa proposta (PL 7052/14) que altera as regras de seguro de vida com cobertura por sobrevivência para estimular empregadores a participarem do custeio desses planos de seguros em favor de empregados e dirigentes. Nesse tipo de seguro, é garantida renda de aposentadoria ao participante após o período de acumulação ou contribuição.

Pelo texto, a participação do empregador no custeio do seguro terá os mesmos estímulos assegurados às contribuições de pessoas jurídicas aos programas de previdência privada, como determina o Decreto-Lei 2.296/86.

PROPOSTA DE ARMANDO VERGÍLIO

A proposta do deputado Armando Vergílio (SSD-GO) estabelece que a cota do empregador para os seguros de vida com cobertura por sobrevivência não será considerada remuneração para efeitos trabalhistas, previdenciários e de contribuição sindical, nem integrará a base de cálculo para as contribuições do FGTS, como já ocorre com as contribuições para programas de previdência suplementar.

O objetivo, segundo o autor, é permitir a participação dos empregadores sem onerar as respectivas folhas de pagamento das empresas. “O que se deseja é reverter o cenário atual e estimular o empregador a contribuir, total ou parcialmente, para o custeio desses seguros, auxiliando seus empregados e dirigentes a acumular recursos”, explicou o autor.

De acordo com Vergílio, a participação do empregador no custeio dos planos implicaria na redução da base de cálculo para apuração do lucro real e da CSLL, na medida em que o valor total dos prêmios por ele pagos será deduzido em valor de, no máximo, 20% do total dos salários dos empregados e da remuneração dos dirigentes da empresa vinculados ao plano.

REDUÇÃO DE GASTOS

Vergílio argumenta ainda que é preciso criar instrumentos para amenizar os gastos das pessoas com a saúde, sobretudo após os 66 anos, quando, em geral, ocorre mais de 80% desse tipo de despesa. “Um desses instrumentos, sem dúvida, é o seguro de vida, cujo foco está direcionado para a proteção social”, disse o deputado.

O projeto também altera a Lei Orgânica da Seguridade Social (Lei 8.212/91) para deixar claro que os beneficiários dos seguros de vida com cobertura por sobrevivência ficarão isentos do imposto de renda na fonte e na declaração de ajuste anual, modelo completo, se utilizarem os recursos para pagamento de contraprestação de plano privado de assistência à saúde ou de seguro saúde, devidamente registrado na Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

Caso contrário, o montante (principal mais rendimentos) das contribuições pagas pelo empregador será considerado como rendimento e, portanto, ficará sujeito à tributação.

TRAMITAÇÃO

O projeto terá analise conclusiva das comissões de Seguridade Social e Família; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Fonte: Agência Câmara

SINCOR-RS DISPONIBILIZA CONVÊNIO COM EMPRESA ESPECIALIZADA EM VISTORIAS CAUTELARES

Mais um excelente benefício disponibilizado para os corretores associados ao Sincor-RS: podem oferecer aos seus clientes um serviço inédito de vistoria completa no automóvel usado que pretendem adquirir, com pesquisa de toda a vida pregressa do veículo (se já teve sinistro, se é oriundo de leilão, se há alguma restrição, etc). Isso proporciona mais segurança na aquisição de um veículo usado.

A diretora de Benefícios e Convênios, Genesi Cassol, explica:

– É muito importante que, ao comprar um veículo usado, o interessado tenha o cuidado de se cercar de todas as informações da vida pregressa do mesmo. Esta vistoria completa e minuciosa aponta eventuais reparos já realizados, as condições reais de cada item do veículo e faz uma pesquisa completa dos antecedentes.

Veja a apresentação detalhada aqui. Para mais informações, entre em contato com o fone (51) 3094-2960, e-mail portoalegre@plenavisao.com ou sitewww.plenavisao.com.

PROJETO PREVÊ CRIAÇÃO DE CADASTRO UNIFICADO DE SEGURADOS

As sociedades seguradoras deverão manter cadastro unificado atualizado dos segurados e beneficiários dos seguros de pessoas, cujo exemplo mais relevante é o seguro de vida. A medida é proposta pelo Projeto de Lei do Senado (PLS) 260/2014, apresentado à Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), onde aguarda o recebimento de emendas.

A criação do cadastro tem o objetivo de facilitar a localização e o acesso aos seguros por parte dos beneficiários, uma vez que ele reunira as informações que constam separadamente no banco de dados de cada empresa que opera no setor, explica o autor do projeto, senador Antonio Carlos Rodrigues (PR-SP):

– Muitas vezes, os parentes da pessoa falecida desconhecem se este contratou ou não um seguro de vida. Da mesma forma, beneficiários de outros tipos de seguros de pessoas podem não ter conhecimento da existência do contrato de seguro. Para obter essa informação, devem se dedicar à árdua tarefa de procurar nos arquivos da pessoa falecida ou então pesquisar nas principais empresas do mercado -, argumenta Rodrigues na justificativa da proposição.

CADASTRO FICARÁ COM A SUSEP

O PLS 260/2014 estabelece que o cadastro ficará sob supervisao da Superitendencia de Seguros Privados (Susep). As informações somente poderão ser utilizadas para localização e no interesse dos beneficiários do contrato de seguro. A inclusão das informações no cadastro dependerá do consentimento prévio, expresso e informado do segurado, que poderá revogá-lo a qualquer momento, bem como solicitar a exclusão definitiva dos seus dados.

O projeto – que acrescenta o artigo 31-A ao Decreto-Lei 73/1966, que regula as operações de seguro – estabelece ainda que em qualquer operação de coleta, armazenamento, guarda e tratamento dos dados pessoais que constarem do cadastro deverão ser respeitados os direitos à privacidade, à intimidade e à proteção dos dados pessoais previstos na legislação brasileira.

PRESERVAÇÃO DA VIDA PRIVADA E INTIMIDADE

Rodrigues observa que o projeto prevê regras que garantem a preservação da vida privada e da intimidade do titular do seguro, exigindo o seu consentimento prévio, expresso e informado para inclusão de dados, alem de estabelecer penalidades para aqueles que violarem tais regras. As penalidades incluem advertência, suspensão do exercício de atividades, inabilitação pelo prazo de dois a dez anos, pagamento de multa e suspensão para atuação no ramo de seguros.

Fonte: Agência Senado

ENCERRAM-SE AMANHÃ INSCRIÇÕES AO EXAME PARA CERTIFICAÇÃO TÉCNICA

Ainda é possível se inscrever no 19º Exame para Certificação Técnica de Seguradoras e no 15º Exame para Certificação Técnica de Corretoras de Seguros. A prova é uma das maneiras de se obter a certificação técnica, necessária aos profissionais de corretoras e seguradoras.

As opções para funcionários de seguradoras compreendem as áreas de Atendimento ao Público, Controles Internos, Regulação e Liquidação de Sinistros e Venda Direta. Já para os profissionais de corretoras estão disponíveis Atendimento ao Público e Venda Direta. Dentro dessas áreas é necessário escolher os segmentos de atuação, que podem ser Capitalização, Seguros, Vida e Previdência, entre outros.

CIDADES

O Exame poderá ser realizado nas cidades de Porto Alegre (RS), Belo Horizonte (MG), Blumenau (SC), Brasília (DF), Campinas (SP), Curitiba (PR), Goiânia (GO), Recife (PE), Ribeirão Preto (SP), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA), Santos (SP), São Paulo (SP) e Vitória (ES).

INSCRIÇÕES

As inscrições para os exames podem ser feitas até 12 de setembro (AMANHÃ) nowww.funenseg.org.br, onde podem ser encontradas mais informações. As provas serão aplicadas nos dias 22 e 23 de outubro para profissionais de seguradoras e corretoras, respectivamente.

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